terça-feira, 22 de abril de 2014

TDAH e Agressividade - Nós já tentamos de tudo! Um pimpolho agressivo e carinhoso! Risperidona



TDAH e os rótulos - A agressividade em uma criança é uma das situações mais difíceis de lidar, especialmente por mexer com os instintos dos adultos, que reagem também quase instintivamente. 



TDAH e Agressividade - Nós já tentamos de tudo! Um pimpolho agressivo e carinhoso!
Risperidona


Por Marise Jalowitzki
22.abril.2014
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/04/tdah-e-agressividade-nos-ja-tentamos-de.html

"De acordo com relatórios sobre saúde masculina, os meninos recebem diagnóstico de TDAH quatro vezes mais do que as meninas. (...) A maioria dos casos que envolvem diagnósticos de TDAH refere-se àqueles garotos de estilos mais audazes e voluntariosos. Os pequenos - por vezes mais destemidos, mais valentes, mais impulsivos e determinados, inquietos, voltados para jogos e filmes de lutas, a tentativa de impor a sua vontade de uma maneira mais contundente do que, usualmente, as meninas – são os maiores candidatos a receber a indicação para tratamento.

Em tempos idos, os pequenos varões eram criados para serem guerreiros, valentes, impulsivos, de iniciativa e poder de decisão. Correr, lutar, gritar, exibir sua força. Atualmente a cultura de guerreiro, como era antigamente conhecida, já nem existe. Nem é mais o homem o único provedor das necessidades básicas da família. Entretanto, estamos diante de um paradoxo. Se, por um lado, as iniciativas e os rompantes são inibidos, até farmacologicamente, o instinto competitivo continua sendo incentivado por nossa sociedade, na escola e nas famílias." (Livro TDAH Crianças que Desafiam - Cap 5 - Adolescência, Agressividade e Mentiras - pág.81)

“Antigamente as comunidades tinham em alta conta os destemidos, os lutadores, os caçadores, os guardiães e os exaltavam. Eles concediam um sentido especial ao ambiente e eram reconhecidos por isso. Hoje, são encaminhados para tratamento e diagnosticados como doentes.” (Ulrich Fegeler, da Associação Médica da Criança e do Adolescente na Alemanha) - (pág. 85)
"Depois que uma criança é rotulada como TDAH nunca mais é tratada como normal! A verdadeira questão é: como vamos fazer para destruir o monstro que criamos? Fomos enganados, levados a crer que as forças do mal residem dentro de nossas crianças. Fomos induzidos a acreditar que é uma loucura coletiva. As verdadeiras forças do mal residem em nossas escolas e escritórios médicos. Nossas crianças agem de forma que incomodam os adultos. Temos que ensinar agora que a solução é com eles (adultos)." A afirmação é do Dr. Fred A. Baughman Jr. , neurologista para adultos e crianças, certificado pela Câmara Americana de Psiquiatria e Neurologia e membro da Academia de Neurologia nos EUA. (Livro TDAH Crianças que Desafiam - pág.102)

A agressividade em uma criança é uma das situações mais difíceis de lidar, especialmente por mexer com os instintos dos adultos, que reagem também quase instintivamente. O sentimento de frustração é grande. Como pode esta criança, a quem amamos tanto, a quem desejamos o melhor, que por vezes é tão frágil e carente, desadaptada ao meio, a quem fazemos o nosso melhor, como ela pode nos tratar assim? 

Lá bem no  início de sua vidinha, a pessoinha inicia seus ensaios de agressividade e, na medida em que sente a reação dos outros, vai intensificando, a ponto de querer "exercer o controle" sobre a situação. É assim com todos nós, animais. Até os irracionais. Quantos gatinhos e cachorrinhos, acarinhados e mimados, acabam dominando seus donos? Por certo você já ouviu falar nisso!!! No início, quando filhotes, tudo é engraçadinho (também com nossos bebês!), tudo é riso e louvação. Na continuidade, a coisa vai mudando de figura, a criança voluntariosa toma novas iniciativas, quer os mesmos aplausos de antes, nem "entende como" os adultos agora mostram contrariedade! "Como assim, se 'antes' eles gostavam?" A criança teima, grita, bate os pés, dá tapas, tudo para "convencer" que não quer os limites e instaura-se o conflito! Situação até cômica para quem olha de fora, situação dramática para quem está no "olho do furacão".



Campanha promovida pelo Conselho Federal de Psicologia contra o uso indiscriminado de tarja preta nas escolas
Campanha promovida pelo Conselho Federal de Psicologia contra o uso indiscriminado de tarja preta nas escolas
É preciso rever, com seriedade e determinação, qual a sociedade que queremos, qual o mundo que vamos deixar para nossos filhos e netos e mais além, antes que tenhamos [des]construído uma sociedade que veio para nascer, viver, ser feliz, imortalizar-se (através da concepção) e morrer. Uma humanidade robotizada e subserviente a alguns, é isso que desejamos? (Livro TDAH Crianças que Desafiam - págs. 15 e 16)

Relato de Mãe: 

A família se mudou para um residencial mais em contato com a natureza, uma expectativa desejada e tida como necessária para a paz de todos. Um vislumbre de tranquilidade e serenidade. Um cenário maravilhoso!

Mas, foi como diz a canção de Chico Buarque: "A gente quer ter voz ativa, no nosso destino mandar, mas eis que chega a Roda Viva e carrega o destino, pra lá!!!"

O pequeno Nicolas nasceu bem diferente dos irmãos mais velhos e os pais mal dão conta de como fazer para que toda a organização familiar não desmorone! A mãe diz que já na maternidade notou o quanto o menino era agitado! 

Agora, com 3 anos de idade, o casal praticamente já não sai para programas fora de casa, para não ser alvo da crítica dos outros, até da família e para não passar pelas situações desagradáveis que o pequeno proporciona (alguns pais chamam "show", outros dizem "dar espetáculo"; outros: "fazer escândalo"; mais outros: "dar vexame e fazer a gente passar vergonha!". Olha o peso de uma responsabilidade sobre tanta coisa, nas costas de uma pessoinha só. Mas é difícil, mesmo, pois as pessoas julgam sem dó e culpam os pais por não serem "firmes" o suficiente. Sim, muito difícil, só não dá é sucumbir a esta pressão social e querer resolver tudo logo com um tarja preta, em uso prolongado! 

O Nicolas, assim como muitas outras crianças, tem uma característica de muita agressividade e, em outros momentos, de muito carinho e afeto, o que deixa os pais confusos a ponto de colocarem em xeque a "veracidade" dos sentimentos da criança. 

Já ouvi pais confusos declarar: "Ele é estranho! A gente fica até meio assustado!" - Pais mais revoltados dizem: "Ele é falso! Mau caráter!" - Pais tristes dizem: "Eu não sei o que pensar! Não sei mais o que fazer". 

O pequeno Nicolas é bastante apegado aos pais. Costuma seguir a mãe como um gatinho, até mesmo dentro do banheiro! Ele recebe atendimento homeopático desde o ventre materno e o médico é excelente. A mãe, zelosa e amorosa, declara:

" - Ele já foi em todos os pediatras que você imagina, já fez todos os exames também. Fez até endoscopia, pois havia suspeita de refluxo, o que não se configurou. Nós estamos esgotados! Ele é agressivo com a gente. Mas também é muito amoroso! Parece que ele se transforma... vira outra pessoa! Eu quero muito que as coisas melhorem! Penso que se nascemos assim... deve ter um porque, né? Deus não erraria tanto...! Fomos em uma médica psiquiatra infantil. Ela que falou que era TDAH."

Hoje TUDO é tdah! Qualquer coisa é tdah! O que antes era sapequice, birra, vontade de mandar, manha, agora é... transtorno mental!!! 

"- Mas estávamos tão perdidos! O homeopata nunca teve uma opinião a este respeito... dava camomila (chamumila) mas nunca adiantou nada! Dizia que era normal!"

Sim, os pais precisam de mais orientação, de mais encaminhamento, jeitos bem pontuais de como agir em situações igualmente pontuais. Especialistas comprometidos com a saúde, que se preocupem efetivamente com seus clientes - paciente e família! Uma ação conjunta! Uma parceria construída a cada novo episódio!

E dar espaço para a expansão. Tempos programados para uma vida mais livre, contato com a natureza, descobertas, carreiras de formigas, ninhos de passarinhos, chuva, plantar sementes, ver nascer! E aceitar até pequenos "erros" - na nossa concepção. Lembro de um pequeno que, ao visitar a avó, foi ao jardim desta e, na arvorezinha preferida dela, colheu TODAS as laranjinhas-de-doce, sem que ninguém percebesse. Veio com as mãozinhas cheias, os bolsos da bermuda cheinhos, sorrindo, feliz e realizado! A avó teve um chilique, o pai, "morreu de vergonha", repreendeu severamente o menino. Este caiu em um pranto convulsivo, começou a chorar aos berros, caos total! O que começou como um ato simples e maravilhoso para a criança, ao ser repreendida, ficou confusa e revoltada. O que ficou gravado em sua mente, nem ela saberá, no futuro, pois era bem pequena. 

Saber conduzir passaria por um comentário sério, não muito longo, educador. Fazer a criança entregar a "colheita", também pedir desculpas, mas tudo amorosamente! Aos pais resta lidar com o constrangimento dos adultos! Mesmo que estes não entendam é dever dos pais saber que estão plantando em seu(ua) filho(a), o adulto de amanhã, valores importantes como respeito, zelo e também acolhimento, afeição!

Cabe a nós, os adultos, mesmo para salvaguardar a nossa própria estrutura saudável, mudar nossos jeitos velhos de ser, ver e lidar! Sim, está em nossas mãos! Mudar hábitos dentro do lar. Pedir (e exigir) ações de inclusão mais efetivas na escolinha, com os familiares. E preparar-se para a incompreensão de muitos, que já é de costume!


RISPERIDONA como "remédio"!

O nosso pequeno de hoje toma risperidona, um antipsicótico.

"- A médica receitou e nós estamos dando..apesar de não querermos. Mas estava sem controle..e não sabíamos mais o que fazer. Ele tinha uma crise a cada noite ..é só falarmos 'não' pra ele que ele entra em crise! Não adianta colocar de castigo, não adianta repreender...nunca adiantou! Lemos tudo e tentamos fazer tudo sobre educação de filhos e nada adianta! Os meus mais velhos, hoje jovens quase adultos, foram crianças bem diferentes!"

Cada adulto sabe de seus limites. Sabem, também, o quanto a atitude de seu filho (SEM COMPARAR com o que foram os outros!) pode ser categorizada como leve, moderada, severa ou grave-crônica. Aos pais que já optaram por administrar o tarja preta, torço muito para que se conscientizem, para que consigam livrar a criança o mais cedo possível de um fármaco pesado, que possam retomar o leme da criação de seu pequeno sem alterar-lhe a mente. E que a família saiba conectar com a saúde e felicidade!

Lembrete: A homeopatia tem substitutivos. 
Contra o uso indiscriminado de tarja preta em crianças!!!


Por trás de toda a agressividade tem sempre um pedido de socorro!


Alguns dados sobre a droga Risperidona, usada contra a agressividade em crianças

"Antipsicóticos
Os antipsicóticos são substâncias que reduzem delírios e alucinações, sintomas que caracterizam manifestações psicóticas.

A classificação dessas drogas é feita, classicamente, segundo características bioquímicas. Dos compostos butirofenonicos, o haloperidol vem sendo o mais indicado para uso na infância e adolescência nas doses de: 0,25-6mg/dia (0,16-0,15 mg/kg/dia). Dos difenilbutilpiperidinicos, o pimozide é o mais indicado para transtornos de movimento na infância em doses de 1 mg/dia a 6 mg/dia (nunca excedendo 0,3 mg/kg/dia). Quanto às fenotiazinas, são subdividas em alifáticas com a clorpromazina em doses estabelecidas entre 10 mg/dia e 200 mg/dia (0,5-3 mg/kg/dia); em piperidinas com a tioridazina nas doses entre 10 mg/dia e 200 mg/dia (0,5-3 mg/kg/dia) e em piperazinas com a trifluoperazina nas doses entre 2 mg/dia e 20 mg/dia. Entre as fenotiazinas, a clorpromazina, a tioridazina e a trifluoperazina, nas respectivas doses, são as mais empregadas nesse grupo etário.

Tendo em vista pacientes que não respondiam ao uso desses antipsicóticos convencionais e o risco de apresentarem discinesia tardia (discinesia tardia é um efeito colateral grave que ocorre quando se toma medicamentos denominados neuroepiléticos), novos medicamentos foram desenvolvidos, os chamados antipsicóticos atípicos: clozapina, risperidona, olanzapina, quetiapina. Esses antipsicóticos, pela baixa afinidade por receptores dopaminérgicos D2 e maior ação serotoninérgica, provocam menos sintomas extrapiramidais e menos prejuízos cognitivos secundários. No entanto, alguns desses novos antipsicóticos podem levar a efeitos adversos sérios, como a clozapina, pela diminuição do limiar convulsivo e alto risco de agranulocitose ou, efeitos indesejáveis como o aumento importante de peso pelo uso de olanzapina e clozapina.
(..)

Antipsicóticos são prescritos para crianças com menos de 3 anos e o diagnóstico é TDAH! Risperidona é um antipsicótico atípico.

Lamentavelmente, os antipsicóticos têm sido empregados de modo abusivo em crianças com quadros psicóticos, autismo e/ou retardo mental, muitas vezes sem se levar em conta os efeitos neurotóxicos potenciais nesses pacientes.24 Como esses quadros são condições crônicas e de difícil manejo, o clínico tende a fazer uso frequente dessas drogas, mantendo-as por tempo prolongado, sem controle adequado dos sintomas-alvo. 


A orientação adequada sugere proceder uma reavaliação do quadro a cada seis meses, observar a existência ou não de movimentos anormais e a necessidade da reintrodução da medicação. Em crianças, deve-se dar preferência aos antipsicóticos de alta potência, como haloperidol ou trifluoperazina, em função do embotamento cognitivo causado pelo maior efeito sedativo daqueles de baixa potência.
(Revista Brasileira de Psiquiatria - http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462000000600012 )
www.minhavida.com.br 

"Em 6 de outubro de 2006, a Food and Drug Administration (FDA) anunciou a aprovação de risperidona, um antipsicótico atípico, como a primeira droga para tratar a irritabilidade e agressividade em crianças com autismo. Em 22 de agosto de 2007, as indicações aprovadas pela FDA para a risperidona foram expandidas para incluir o tratamento de transtorno bipolar em crianças de 10 anos de idade e mais velhos e esquizofrenia em pacientes com 13 anos de idade ou mais. [1] Embora a risperidona apresente uma melhora significativa na vida de muitas crianças, também está associada com um número de efeitos adversos potencialmente graves. A decisão de iniciar a terapia só deve ser feita após uma avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios e uma discussão aprofundada com a família do paciente. Esta edição da Pediatric Farmacoterapia fornecerá uma visão geral dos estudos realizados com a risperidona em crianças e rever a sua farmacocinética, interações medicamentosas e efeitos adversos. (pág.1)
(...)

Tal como com outros antipsicóticos, o mecanismo exato de ação para a risperidona não é totalmente compreendido.(excerto pág.2)

(...) Desde a aprovação inicial de risperidona pelo FDA em 1993, várias centenas de trabalhos foram publicados descrevendo a sua utilização em crianças e adolescentes. Eles variam de relatos de casos isolados de bem concebidos ensaios clínicos multicêntricos controlados e uso não só no autismo, transtorno bipolar e esquizofrenia, mas também na síndrome de Tourette, tiques, transtorno desafiador opositivo, transtorno de conduta , anorexia nervosa, e outras condições."

A dose inicial recomendada para a risperidona em crianças com autismo é de 0,25 mg / dia para crianças de 15 a 19 KG de 0,5 mg / dia para crianças ≥ 20 kg . (...)

A risperidona (Risperal ®; Janssen) solução pode ser determinado com água, café, sumo de laranja, ou leite. Não é compatível com cola ou chá. (...)

A risperidona pode ter um impacto significativo na redução da irritabilidade e agressividade em crianças com autismo, bem como melhorar os sintomas em crianças com doença bipolar e esquizofrenia. Enquanto que tem o potencial de fornecer um benefício considerável para estas populações de pacientes pediátricos, também está associada a efeitos adversos graves. Como resultado, os benefícios para o perfil de risco devem ser avaliados para cada criança e sua família antes de iniciar o tratamento. (pág.9)

http://www.medscape.com/viewarticle/571416_10
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12205284



Querendo, leia também a sequência: 
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/09/tdah-retirando-risperidona-substituindo.html



E poderá interessar também:





90% dos pacientes que ingerem Risperdal (Risperidona) possuem níveis elevados de prolactina. A prolactina controla o desejo sexual em homens. 
28.fevereiro.2015
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/02/risperidona-e-o-crescimento-de-mamas.html




Leia também:

TDAH e Agressividade - 8 Dicas para Lidar com a Agressividade dos pequenos



Marise Jalowitzki
Compromisso Consciente

Escritora, Educadora, 
Idealizadora e Coordenadora do Curso Formação para Coordenadores em Jogos e Vivências para Dinâmica de Grupos,
Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela FGV,
Facilitadora de Grupos em Desenvolvimento Humano,
Ambientalista de coração, Vegana.
Certificada como International Speaker pelo IFTDO-VA-USA
marisejalowitzki@gmail.com 
compromissoconsciente@gmail.com 



Livro: TDAH Crianças que desafiam 
Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família
Contra o uso indiscriminado de metilfenidato - Ritalina, Ritalina LA, Concerta

Acesse: 
http://www.compromissoconsciente.com.br/
TDAH Crianças que Desafiam - Como Lidar com o Déficit de Atenção e a Hiperatividade na Escola e na Família

TDAH Crianças que Desafiam

27 comentários:

  1. Gostei mt das informações pois meu filho já fez uso de rispiridona, e hoje está livre desse medicamento, foi receitado por uma neurologista, na época ele tinha apenas 3 anos e era mt agressivo.Gostaria de saber se esse livro crianças que desafiam pode ser facilmente encontrado, mt grata

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Fico feliz que o menino querido já esteja livre deste tarja preta! Com relação ao livro, como se trata de uma produção independente, os links para aquisição são os que aparecem ao clicar sobre a imagem do livro (no topo desta página, à direita).
      Ou, caso preferir no envio direto, livre de frete, envia e-mail para marisejalowitzki@gmail.com - Segue como registrado urgente, tempo de entrega - 5 dias úteis.
      Tem muita informação importante lá!
      Abraços e votos de Felicidade para toda a família!!

      Excluir
  2. o meu filho tem 7 anos e foi diagnosticado com hiperatividade e a doutora passou respiridona notei 80% na melhora mas queria saber mais a respeito desse remedio
    pois senti q meu filho ta com muita fome sabe
    quero saber sobre seus efeitos colaterais
    obg

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim, risperidona aumenta o apetite e, consequentemente, pode levar a um significativo aumento de peso.
      transcrevo partes do final do texto acima:
      "Os pais devem estar preparados para o potencial aumento de apetite produzido pela risperidona e ter um plano para o gerenciamento de consumo de alimentos de seus filhos."
      "Risperidona é um Antipsicótico
      Os antipsicóticos são substâncias que reduzem delírios e alucinações, sintomas que caracterizam manifestações psicóticas.
      (...)
      Lamentavelmente, os antipsicóticos têm sido empregados de modo abusivo em crianças com quadros psicóticos, autismo e/ou retardo mental, muitas vezes sem se levar em conta os efeitos neurotóxicos potenciais nesses pacientes.24 Como esses quadros são condições crônicas e de difícil manejo, o clínico tende a fazer uso frequente dessas drogas, mantendo-as por tempo prolongado, sem controle adequado dos sintomas-alvo.
      (...)
      A orientação adequada sugere proceder uma reavaliação do quadro a cada seis meses, observar a existência ou não de movimentos anormais e a necessidade da reintrodução da medicação. Em crianças, deve-se dar preferência aos antipsicóticos de alta potência, como haloperidol ou trifluoperazina, em função do embotamento cognitivo causado pelo maior efeito sedativo daqueles de baixa potência. (NÃO É O CASO DA RISPERIDONA, portanto, não é o mais indicado!)
      (..)
      A decisão de iniciar a terapia só deve ser feita após uma avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios e uma discussão aprofundada com a família do paciente.
      (...)
      A dose inicial recomendada para a risperidona em crianças com autismo é de 0,25 mg / dia para crianças de 15 a 19 KG de 0,5 mg / dia para crianças ≥ 20 kg . (...)

      A risperidona (Risperal ®; Janssen) solução pode ser determinado com água, café, sumo de laranja, ou leite. Não é compatível com cola ou chá.
      (...)
      Enquanto que tem o potencial de fornecer um benefício considerável para estas populações de pacientes pediátricos, também está associada a efeitos adversos graves.
      Como resultado, os benefícios para o perfil de risco devem ser avaliados para cada criança e sua família antes de iniciar o tratamento.





      Excluir
  3. Olá meu filho de 10 anos faz uso de ritalina de 20mg e risperidona de 1mg a 2 anos foi diagnosticado com tdh e tem muita agressividade com a irmã de 4 anos, eu e o pai dele não sabemos mais o que fazer em relação ao comportamento dele já li vários artigos e livros mas sem sucesso, a neurologista dele pediu que ele fizesse umas sessões com uma psicopedagoga mas infelizmente na minha cidade não tem.....não seu mais o que fazer a impressão que da é que ele não nos ama!!!!...... Ou só que atenção sei lá!!!!....

    ResponderExcluir
  4. Temos uma criança de 2 anos está com problemas sérios de irritação, chora por horas quando contrariado descontroladamente e inconsolável se atira no chao, agride qualquer pessoa q tente acalmar. A dra. Recomendou uso de 0,25 de risperidona, aparentemente obteve uma melhora, mas estamos com medo de seguir usando e seus efeitos colaterais e também a dependência. O que me diz?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vou responder com base nesta mesma mamãe que iniciou com este relato e depois fomos acompanhando a evolução do caso. A questão é ampla e envolve também o tipo de alimentação, as horas de sono, o ambiente familiar, os tecidos de sua roupa, o histórico de nascimento, se há outros irmãos... enfim, não será na medicina alopática, que geralmente enxerga apenas os pais do paciente, o paciente e a medicação psicotrópica. Na homeopatia o Stramonium é um dos mais indicados. Nos Florais de Bach um composto de Larch + Impatiens + Beech + Chestnut Bud (tudo em um só vidrinho, diluído em agua destilada - dura 15 dias e guarda em geladeira). Agora, como o pimpolho já faz uso da risperidona, é muito importante eu haja o acompanhamento do homeopata, pois a risperidona, assim como os demais psicotrópicos, precisam ir sendo retirados aos poucos. Aí é que entra a ajuda dos Florais, usados como adjuvantes no tratamento. Querendo, dá uma olhada aqui: http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/03/tdah-e-florais.html

      Excluir
    2. e tem também este artigo, entre outros, no blog. http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2015/09/tdah-carne-vermelha-acucar-alimentos.html

      Excluir
    3. é toda uma intervenção sistêmica! desejo Alegrias, Saúde e Muita Coisa Positiva!!

      E, sim, a preocupação de vocês com risperidona é procedente! Dois aninhos!!!
      Aqui tem um "Kit sugestão":
      http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/03/hiperatividade-desatencao-tdah-kit.html

      Excluir
    4. TDAH Raiva e Risperidona - http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/01/tdah-raiva-e-risperidona.html

      Excluir
    5. TDAH e Transtorno Opositivo Desafiador - http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/04/tod-transtorno-opositivo-desafiador.html

      Excluir
  5. Olá , hoje faz quinze dias que meu filho de 17 ano foi diagnósticado em uma única consulta com esquizofrenia e o psiquiatra receitou risperidoná e ele está muito pior! Esta tomando risperidoná, Leptico e frontal.quero parar com a medicação. ele não tinha alucinações e hoje tem

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Querida Valeria, procura urgentemente um neuro homeopata ou um terapeuta floral. Teu querido vai melhorar dramaticamente com estes outros tratamentos. Muitos psicotrópicos alopáticos, em muitos e muitos casos, apenas aumentam o potencial agressivo e criam novas "doenças"...

      Excluir
  6. Meu filho tem 6 anos e a neuro passou pra ele Respiridona... Meu coração tá triste em saber q ele vai ter que tomar esse medicamento.
    Mas eu creio q ele vai melhorar e em breve estará livre desse medicamento...

    ResponderExcluir
  7. Oi, meu sobrinho tem 7 anos e tem diagnostico de tdo,porem faz uso de risperidona de 1mg e ritalina 10mg, ele esta muito agressivo na escola com a professora e os coleguinhas e em casa,e sempre que ha repreensão do seu comportamento ele se coloca numa imagem auto-destrutiva, como se fosse um monstrinho. Ele ainda sempre pede desculpas mais continua a cometer o mesmo erro o que fazer?

    ResponderExcluir
  8. Olá,meu filho tem 6 anos, por ser muito agitado foi receitado resperidona, o médico disse que meu filho tem um motor de Ferrari e um freio de fusca e este t remédio seria para frear está agitação,já demos o remédio por 4 meses, estamos com muito medo dos efeito,poderia cortar o remédio totalmente?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Impressionante como a maioria dos médicos, ao invés de ver a saúde, a vitalidade e a energia de uma criança saudável, ao invés de receitar NATUREZA, como declara o Presidente da Academia Brasileira de Pediatria, já vão prescrevendo psicotrópicos para achatar a criança, fazer dela um robozinho...

      Consultem um médico pediatra homeopata. 4 meses de uso de risperidona já pode ter desenvolvido dependência, sim e os efeitos de uma suspensão imediata pode ser perigosa. O homeopata vai diminuindo gradativamente a dinamização da risperidona, ao mesmo tempo que vai introduzindo outro medicamento para diminuir a ansiedade do garoto, sem perturbar seu jeito de ser natural.

      Melhor ainda se for um homeopata com conhecimentos de Florais de Bach, que podem ser administrados sem nenhum medo, pois não apresentam nenhum efeito colateral. Totalmente liberado pela ANVISA, não tem controle como os tarjados. Inicialmente, o Rescue Remedy Kids trabalha especificamente a ansiedade e a agitação. Adquire em farmácias de manipulação homeopática. Veja detalhes aqui: Rescue - Floral das Emergências, do Resgate, para situações de Ansiedade e Nervosismo
      http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/06/rescue-floral-das-emergencias-do.html Bjs e Felicidades

      Excluir
  9. Olá meu filho tem tdha e tdo vamos começar usar ability mais eu odeio dar remédio nunca achei bom , ele é bem agitado e muitíssimo nervoso e de um meses pra cá está agressivo , poderia usar só qdo ele está na escola ? E poderia usar com esse Rescue Remedy Kids ? Os dois juntos porque assim aos poucos iria diminuindo esse remédio detalhe moro no Japão e esquece em falar que a escola ajudaria não estão nem aí só querem que ele senta, fique quieto , e obedeça me ajude por favor se poder me add no face Erika oliveira muito agradecida

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Erika, melhor seria nem começar com o ability. Porque não tentas só com o Rescue Remedy Kids, por um tempo? Costuma dar super certo para muitas crianças. Todos estes químicos agem fortemente, adentrando em áreas diferentes do cérebro, com resultados imprevisíveis. Quanto mais novinha a criança, maior o perigo dos efeitos colaterais.

      Sim, vou te adicionar no face, para que participes também do Grupo TDAH Crianças que Desafiam. Lá tem algumas mães que também moram no Japão e vais poder trocar com elas. A situação, naquelas escolas, são bastante acolhedoras.

      Beijos e Felicidades!

      Excluir
  10. Obrigado por responder .... conversei com algumas pessoa elas não trazem esse medicamento pra cá ... teria um site que mandasse internacional vc conhece algum ? Já add o grupo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Querida Erika! Já estás no Grupo lá no Facebook. Muito bom. Vais conhecer vários enfoques impotantes p lidar assertivamente.

      Com relação à compra pela web, o site oficial do Bach Centre no Brasil e monas. Não sei se fazem despacho internacional. Amanhã vejo o dos States e te envio inbox, ok? Bjs e Felicidades

      Excluir
  11. Boa noite tenho um filho q foi diagnosticado com tdha está tomando meio comprimido de resperidona antes de dormir ha dois meses porém não estou notando melhorar no primeiro mês houve uma mudança aliás uma pouca mudança mas agora parece q piorou será q posso dar um comprimido inteiro por conta da hidrocefalia leve/moderada q ele tem começou a aparecer essas mudanças de comportamento lembrando q não foi necessário colocar o dreno

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. melhor que tudo é procurar um pediatra homeopata, para substituir a risperidona e livrar teu filho dos riscos que este psicotrópcio traz!

      Para a agitação, nervosismo e ansiedade o Rescue Remedy Kids pode ajudarbastante. Se ainda assim ele continuar agressivo, um composto feito com Beech, Impatiens, Larch e White Chestnut é outra dica. O terapeuta (homeopata, fitoterapeuta ou terapeuta floral) vai poder especificar bem qual a melhor medicação para teu filhote, sem os riscos da risperidona.

      Também, como este psicotrópico é um potente fármaco, que produz dependencia, não convêm suspender de imediato. Por isso a importancia do terapeuta homeopata. Para ir monitorando o desmame, substituindo gradativamente por medicação efetiva, sem os efeitos colaterais pesados dos tarja preta.

      Excluir
  12. Olá meu filho tem 14 anos tomou por 2 anos o respiridona de 2 ml teve uma melhora muita boa com isso o médico resolveu tirar o medicamento. Agora ele teve uma recaída está muito agressivo e voltou a ficar muito agitado já temos outros medicamentos mais infelizmente voltei para o respiridona pois foi o único que ele teve uma boa aceitação... enfim será que teria algum outro remédio que fosse esse? Fico tão triste dele toma o respidona.
    Obrigado Daniela

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Troca de medicina, Daniela. Muitos adolescentes que tomam risperidona há dois anos ou mais declaram que "estão pensando como garotas"... este psicofármaco ataca a libido e, em 90% dos casos, provoca excesso de prolactina, um hormônio feminino, que faz crescer mamilos e provoca disfunção erétil, muitas vezes só reversível com cirurgia (e, tantas outras vezes, caráter permanente, ou seja, o pênis fica ereto mesmo sem o jovem estar excitado).

      Um homeopata (ou fitoterapeuta ou terapeuta floral) vai poder acompanhar o caso de teu filho (que já é quase um jovem adulto) e adequar a medicação - sem os riscos dos efeitos colaterais da risperidona - ao mesmo tempo em que vai gradativamente diminuindo o uso desta, até eliminar de vez.

      Excluir